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Por aqui há muito fumo

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Em Moçambique verificam-se situações para as quais parece difícil encontrar explicação. Como, certamente, em muitos outros países do mundo. Mas que em nada tem a ver com a actual globalização. Neste campo, nesta área, todos percebemos um pouco. Talvez muito pouco, quase nada. Digamos, mesmo nada. A questão está em que admitir, em que aceitar, que sabemos nada é, em princípio saber. Saber que se sabe o que não se sabe. E de uma forma geral, todos sabemos muito mais e muito mais além do que julgamos saber. Ou, em outros casos, ficamos situados em campo inverso. O do não saber. O que é, em si, um saber. Talvez, mesmo, o saber absoluto. Já não o saber de quem afirma saber. Mas o saber do sage. A sageza. Recuemos, então, não muito, no tempo. Interroguemos e perguntemos sobre o desfecho final do caso desse grupo de estrangeiros que sequestrava jovens rapazes numa residência em um bairro de Maputo. A título de lhes dar educação. Interroguemos e perguntemos, também, sobre o desfecho final dos casos dessas dezenas de jovens que estavam a ser transportados do norte para o sul do país. Para estudar. Em madraças. Felizmente, nos tempos que correm, nem tudo é mau. É que, de acordo com o noticiado, o sacrifício de dois bois e de dois cabritos foi suficiente para acabar com os desmaios de alunas em uma escola de Maputo. Em tempos idos, recorde-se, a edificação de templos de certas religiões, implicava o sacrifício de seres humanos. De crianças. Depois, as crianças terão sido substituídas por animais. Mas, em última análise, não terá sido eliminado o sacrifício. O cabrito e o carneiro, em situação inversa a vaca, sustentam o mito. Fazem parte de tradições. Ancestrais. Que os povos transportam na sua memória colectivas. E que o tempo poderá nunca fazer esquecer.


Recuando para tempos mais recentes, continuamos por conhecer as causas e as circunstâncias de duas mortes, violentas. Primeiro, de um agente alfandegário. De um homem que tinha por missão combater o crime Depois, de um chamado “perigoso cadastrado”. Acresce, a quanto se disse, a divulgação, na África do Sul, da existência de campos de treino da Al-Qaeda em Moçambique. A seguir, a explosão de um estabelecimento comercial na cidade da Beira. Donde terão sido retiradas, antes, mercadorias de valor. Por fim, a notícia de que Em 1 de Junho de 2010, o Presidente dos Estados Unidos identificou o cidadão moçambicano, Mohamed Bachir Suleman (“MBS”), como traficante de narcóticos estrangeiro significativo ou “barão da droga”, de acordo com a “Lei de Designação de Barões da Droga Estrangeiros”. Sendo facto que, de imediato, tanto o Presidente da República, a partir de França, como o MBS, tenham tomada posições de distanciamento sobre o noticiado, tal não invalida a exigência de uma investigação séria, nacional, sobre o divulgado a partir do estrangeiro. E, se, por hipótese, existe alguma relação entre as mortes e os factos das notícias. Parece ser necessário ter presente que, como se diz, não há fumo sem fogo. E que, por aqui há muito fumo.

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