Sexta, 05 Fevereiro 2010 09:57
OS níveis dos rios Zambeze e afluentes começaram a subir em resultado das chuvas que tem vindo a cair ao nível da bacia. Apesar das importantes contribuições que o rio tem vindo a receber ainda se encontra abaixo do alerta.
De acordo com a Direcção Nacional de Águas, a bacia hidrográfica do Zambeze registou um incremento de treze centímetros no Zumbo. A previsão é que haja uma subida do caudal afluente e a jusante da Cahora Bassa nos rios Luia, Mavudzi, Revúbuè e Chire, em consequência da precipitação que se regista na bacia, quer no território nacional, como nos países vizinhos, como Zimbabwe, Zâmbia e Malawi. Mesmo assim, prevê-se que os mesmos se mantenham abaixo do alerta.
Desde terça-feira para ontem houve precipitação dispersa, com destaque para a bacia do Zambeze, em Tete (60,1 milímetros), Muzi (50,8 mm), Chifunde (40,5 mm), Fíngoe (39,1 mm), Zámboè (36,8 mm), Mágoè (30,5 mm), Chingondzi (32,2 mm), Nhavunduca (26 mm) e igual quantidade caída em Chicoa.
O rio Maputo, em situação de cheia desde a semana passada, começou a registar uma descida de níveis em Madubula, com uma redução de 10 centímetros em relação ao dia anterior. Nos próximos dias este rio deverá continuar com os níveis acima do alerta.
Nas restantes bacias hidrográficas do país prevê-se que a situação hidrológica se mantenha estável e abaixo do alerta.
No que se refere às barragens, a DNA indica que as principais albufeiras continuam a registar um incremento do volume de armazenamento de água resultante da precipitação que ocorre um pouco por todo o país nos últimos dias. Destaque para a Barragem de Massingir, na bacia do Limpopo, que a partir de ontem voltou a incrementar as descargas das anteriores 70, na segunda-feira, para 150 metros cúbicos por segundo, ontem. As descargas visam aliviar o volume de escoamento a partir da montante.
Face à subida dos níveis dos rios e pelo facto de estar-se na chamada fase crítica da época chuvosa, a DNA recomenda à população e à sociedade no geral no sentido de tomar medidas de precaução ao atravessar o leito dos rios e a manterem os equipamentos e bens em zonas seguras.
Aquela instituição continua a monitorar a situação hidrológica do país que neste momento não tem indicações de ocorrência de possíveis cheias. Os rios moçambicanos são de regime periódico, sofrendo por isso a influência das chuvas que ocorrem principalmente a montante.
Desde terça-feira para ontem houve precipitação dispersa, com destaque para a bacia do Zambeze, em Tete (60,1 milímetros), Muzi (50,8 mm), Chifunde (40,5 mm), Fíngoe (39,1 mm), Zámboè (36,8 mm), Mágoè (30,5 mm), Chingondzi (32,2 mm), Nhavunduca (26 mm) e igual quantidade caída em Chicoa.
O rio Maputo, em situação de cheia desde a semana passada, começou a registar uma descida de níveis em Madubula, com uma redução de 10 centímetros em relação ao dia anterior. Nos próximos dias este rio deverá continuar com os níveis acima do alerta.
Nas restantes bacias hidrográficas do país prevê-se que a situação hidrológica se mantenha estável e abaixo do alerta.
No que se refere às barragens, a DNA indica que as principais albufeiras continuam a registar um incremento do volume de armazenamento de água resultante da precipitação que ocorre um pouco por todo o país nos últimos dias. Destaque para a Barragem de Massingir, na bacia do Limpopo, que a partir de ontem voltou a incrementar as descargas das anteriores 70, na segunda-feira, para 150 metros cúbicos por segundo, ontem. As descargas visam aliviar o volume de escoamento a partir da montante.
Face à subida dos níveis dos rios e pelo facto de estar-se na chamada fase crítica da época chuvosa, a DNA recomenda à população e à sociedade no geral no sentido de tomar medidas de precaução ao atravessar o leito dos rios e a manterem os equipamentos e bens em zonas seguras.
Aquela instituição continua a monitorar a situação hidrológica do país que neste momento não tem indicações de ocorrência de possíveis cheias. Os rios moçambicanos são de regime periódico, sofrendo por isso a influência das chuvas que ocorrem principalmente a montante.





