Escrito por Jornal o Pais Terça, 01 Fevereiro 2011 07:58

“Sou um mergulhador da vida. Não quero passar pela vida sem mergulhar nela. Não quero construir monumentos que não possa derrubar depois, porque te fazem perder a liberdade.”
Entre a ditadura da verdade e a liberdade da ficção, Sol de Carvalho optou pela segunda. O cineasta moçambicano apercebeu-se da incapacidade de apresentar a realidade como facto, preferindo assumir-se como um transfigurador do real. A publicação digital diz que com ou sem claquete, Sol gosta de provocar.
“Não descarto a minha função de artista, que é de ser provocador, questionar formas, conteúdos e mensagens para aprofundar a riqueza humana; ir ao real, transfigurá-lo e devolvê-lo às pessoas”, afirma Carvalho em entrevista, ao site www.africa21digital.com, concedida em Maputo à jornalista Cristiana Pereira.
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