Prioridade de momento segundo PR: Defender a soberania



Escrito por jornal noticias
Sexta, 13 Maio 2011 06:10

Prioridade de momento segundo PR: Defender a soberania
A DEFESA da soberania é uma das principais prioridades do momento para salvaguar as conquistas nacionais. O facto foi defendido ontem pelo Chefe do Estado, Armando Guebuza, que se dirigia à população de Marromeu.
Falando num comício popular no posto administrativo de Chupanga, no último dia da presidência aberta e inclusiva à província de Sofala, que vinha efectuando desde segunda-feira, Armando Guebuza reconheceu que a população está determinante no combate à pobreza absoluta.
O Presidente da República explicou, entretanto, que ainda há pessoas no país que não compreenderam até então que a luta contra a pobreza absoluta deve ser feita por todos os moçambicanos. É assim que, segundo o Chefe do Estado, vezes sem conta há compatriotas que fazem discursos que procuram destruir as conquistas do povo.
“Os que não trabalham falam muito. São como o tambor: quanto mais vazio estiver mais barulho faz. Mas a luta contra a pobreza tem grandes resultados quando lutamos todos em conjunto” – referiu Armando Guebuza.
Em todo o caso, o estadista moçambicano reconheceu tanto em Marromeu como noutros três distritos de Sofala por si visitados, nomeadamente Búzi, Marínguè e Cheringoma, que houve avanços significativos, mercê da entrega da população e do cumprimento das políticas do Governo viradas à promoção de acções que visam catapultar o desenvolvimento.
“Como se costuma dizer, não podemos dormir na sombra da bananeira, porque ainda há muita coisa por ser feita para garantir o desenvolvimento” – disse o Chefe do Estado.
Guebuza instou a população a dar saltos qualitativos rumo ao desenvolvimento desejado.
“Saímos satisfeitos de Sofala. Vimos que o povo está determinado em acabar com a pobreza. Vimos um povo preocupado em defender as suas conquistas” - reconheceu o Presidente da República.
Por seu turno, embora reconhecendo os avanços, a população pediu ainda que o Executivo construa mais unidades escolares e sanitárias e melhore as vias de acesso, sobretudo a que liga a vila-sede de Marromeu aos distritos de Caia, Cheringoma, Muanza e Dondo, em péssimas condições de transitabilidade.
A população falou também do conflito Homem-fauna bravia, da necessidade de instalação de uma universidade no distrito, para além da resolução do problema das indemnizações dos ex-trabalhadores das extintas empresas Sena Sugar States e MADEMO.
Marromeu foi a última escala da presidência aberta e inclusiva ao nível da província de Sofala. Hoje o Chefe do Estado trabalha na Zambézia
fonte: jornal noticias
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