Quarta, 23 Maio 2012 English Chinese (Simplified) Finnish French German Italian Portuguese Russian Spanish Login

Legislação Moçambicana & Documentos

Pesquisar neste portal

Login

 
• Esqueceu Password - Nome de utilizadorCriar nova conta

sales@euroasiatrucks.com

Japanese Car Exporter

Home Noticias Politica Valeu o diálogo - reage Evaristo Wanela, da ADEMIMO

Valeu o diálogo - reage Evaristo Wanela, da ADEMIMO

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

O presidente da Associação dos Deficientes Militares (ADEMIMO), Evaristo Wanela, reagiu com satisfação a aprovação pelo Governo da Política sobre o Combatente e a respectiva estratégia, documentos estes que serão submetidos ao Parlamento.
“Valeu a pena dialogar”, disse, visivelmente feliz, acrescentando que o facto de o Executivo ter aprovado tais instrumentos, “só vem demonstrar, uma vez mais o seu comprometimento para com a causa dos desmobilizados”.

“A nossa expectativa neste momento é ver estes documentos apreciados e aprovados pela Assembleia da República. Tratando-se de uma questão de interesse nacional e que independentemente da vontade dos políticos, quero acreditar que os deputados vão agilizar a aprovação dos instrumentos agora aprovados pelo Governo. Nós já esperamos muito e temos agora a certeza de que o Governo está a atender as nossas preocupações”, disse.

O nosso entrevistado explicou que já em 2008 o Executivo aprovou uma resolução para a reintegração dos militares e deficientes militares, tornou o Estatuto do Combatente mais inclusivo e abrangente como um sinal da sua vontade em atender aos 18 pontos que apresentamos para negociação.

“Como pode verificar, estes são assuntos muito complexos que estão a ser atendidos em tempo útil. Em 120 dias o Governo logrou aprovar a política e o regulamento e este é um sinal de que todos os outros pontos que apresentamos também estão a ser analisados”, referiu.

Por seu lado, Lucas João, combatente pela soberania, apelou que todos os combatentes se juntassem ao Governo nos esforços que está a realizar para melhorar a sua condição de vida e valorizar o seu papel.

“Nós combatentes temos que entender que não somos uma elite neste país. Nós fazemos parte dos mais de 16 milhões de moçambicanos que enfrentam o inimigo principal que é a pobreza. O importante neste momento é prosseguirmos com o diálogo aberto e franco para lograrmos sucessos neste processo de negociação. Com violência não vamos longe”, advertiu, ajuntando ainda que “nós combatentes responsáveis distanciamo-nos de quaisquer que sejam as tentativas de alguns colegas nossos que pretendem perturbar todo este ambiente de diálogo que já iniciamos com o Governo”.

Comentar

NOTA SOBRE COMENTÁRIOS:
- Os comentários publicados no “site” são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores.
- Ao comentar declara que todos os conteúdos por si enviados não infringem direito de terceiros e assume ser o único e exclusivo responsável por eventual prejuízo causado a terceiros.
- O conteúdos dos comentários não exprimem de forma alguma a opinião do Zambézia Online e muito menos a manutenção de tais conteúdos no “site” poderá ser considerada como uma concordância do Zambézia Online com relação a tais conteúdos.


Código de segurança
Actualizar

Economia & Negócios

Recursos moçambicanos atraem empresas britânicas
“A interacção com empresários brit...
EUA lideram investimento estrangeiro em Moçambique
África do Sul, Maurícias e Portugal ...

Actualidade Nacional

Código de ética veda conflito de interesses
A Asembleia da República aprovou ontem...
“Giovanna” dissipa-se mas alerta mantém-se
O Ciclone “Giovanna”, que se encont...

Desporto

Mart Nooij afastado dos "Mambas"
  O TÉCNICO holandês Mart Nooij foi ...

Africa

UA reconhece CNT como Governo líbio
  A UNIÃO Africana (UA) reconheceu on...