Escrito por Jornal Noticias Segunda, 31 Janeiro 2011 07:42

O alcance deste objectivo, segundo o respectivo presidente, Francisco Campira, vai permitir que a sua organização possa monitorar e acompanhar a implementação de todas as políticas públicas traçadas pelo Governo, bem como preparar convenientemente a coligação para os pleitos eleitorais que se avizinham.
A fonte referiu que outra aposta para o ano corrente é continuar com o trabalho iniciado no ano passado, relacionado com a implantação do “G12” nas cidades e vilas municipais do país.
“Este ano vamos realizar um estudo minucioso sobre a implantação e impacto que o “G12” tem nas autarquias com vista à nossa participação no pleito de 2013. Vamos começar por realizar tal pesquisa em 10 autarquias, de entre elas Quelimane, Nacala-Porto, Ilha de Moçambique, Ribáuè, Maputo-Cidade, Matola, Marracuene Namaacha, Chókwè e Mocuba, para avaliarmos as possibilidades de obtermos assentos nas assembleias municipais e, quiçá, eleger os presidentes dos respectivos municípios”, disse.
Explicou que dentro das actividades do grupo destaque vai para a fiscalização da acção governativa, o que passa pela realização de contactos com o Governo a todos os níveis, desde o central, passando por provincial e distrital, até ao nível de localidade. “Queremos monitorar a implementação do programa do Governo aprovado para este mandato”.
O presidente do “G12” mostrou-se, por outro lado, satisfeito com o desempenho da organização durante o ano findo, sentimento também partilhado pelos restantes membros do “G12”.
Segundo Francisco Campira, o “G12” realizou mais de 80 porcento do plano de acção aprovado para 2010. De entre as actividades levadas a cabo destacou a intervenção política feita através de encontros com membros do Governo, de organizações da sociedade civil e do contacto com representantes da comunidade internacional sediados na capital do país.
Sublinhou o facto de a sua organização ter conseguido reunir-se com o Primeiro-Ministro, Aires Ali, com quem debateu a política de defesa e segurança; educação; saúde; juventude e desportos, entre outros assuntos.
Ainda no ano transacto, o “G12” iniciou contactos com o Corpo Diplomático acreditado no país, tendo também mantido encontros com alguns embaixadores e altos-comissários, com destaque para os representantes da África do Sul, França, Irlanda, Cuba, União Europeia, Angola e Países Baixos.
Também realizou encontros com organizações internacionais que apoiam o processo democrático nacional, entre elas, a AWEPA, NIMD, AMODE, KONRAD, ADENAR, entre outros.
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