A partir de 1 de Julho nenhum carro circula sem ficha de inspecção



Escrito por O pais
Sexta, 03 Junho 2011 07:19

INAV aperta o cerco aos automobilistas
Neste momento, estão a ser treinados formadores de fiscais em todo o país.
O Instituto Nacional de Viação, INAV, diz que a partir do primeiro dia do próximo mês, Julho, não haverá complacência para os automobilistas que se fizerem às estradas do país desprovidos da nova carta de condução biométrica e ficha de inspecção periódica de viaturas.
De acordo com o director-geral do INAV, Taibo Issufo, a medida de se exigir a ficha de inspecção periódica de viaturas visa conferir maior segurança nas vias públicas, já que a inspecção possibilita que sejam detectadas as falhas mecânicas dos veículos.
Quanto à carta de condução biométrica, a mesma permitirá que se saiba o verdadeiro número de condutores existentes no país, para além de que a carta biométrica possibilita também ao automobilista que conduza fora do país, como, por exemplo, nos Estados da Comunidade dos Países da África Austral, SADC.
O dia 30 de Junho é o último para os condutores regularizarem a sua situação, caso ainda não tenham os documentos exigidos.
Desta vez, o INAV diz que não haverá prorrogação de datas, tal como já se fez no passado.
Neste momento, Taibo Issufo diz que estão a ser treinados técnicos que, por sua vez, vão treinar fiscalizadores ao nível de todas as províncias do país, para que logo no primeiro dia de Julho o pessoal do INAV, juntamente com quadros da polícia da República de moçambique e da Administração Nacional de Estradas, comece a apertar o cerco nas estradas.
“Aí de quem for encontrado com uma viatura sem a ficha de inspecção periódica, a mesma será apreendida até que o seu proprietário se legalize. O mesmo vai acontecer com aquele automobilista que será interpelado sem carta de condução biométrica, que poderá perder o direito de conduzir.
para o director-geral do Instituto Nacional de Viação, não se justifica que até hoje ainda hajam pessoas que não tenham a nova carta de condução, já que o processo de mudança vem sendo implementado já há bom tempo.
“Três anos é tempo mais que suficiente para que todos os condutores tenham mudado as suas cartas de condução”, explica a fonte para logo a seguir acrescentar que “o problema dos moçambicanos, sobretudo na cidade de Maputo, de deixar tudo para o último dia”.
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