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G4S retira queixa contra seus 24 trabalhadores

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Uma semana depois:
Entretanto, os referidos trabalhadores continuam detidos, aguardando o veredicto do tribunal. tudo indica que os mesmos poderão ser soltos hoje, quarta-feira. A empresa de segurança privada G4S pediu, formalmente, ontem, à Secção de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo a anulação do processo-crime n.o186/2011, contra os seus trabalhadores detidos na última quarta-feira por agentes da Força de Intervenção Rápida (FIR).

Trata-se de um grupo de 24 trabalhadores encarcerados nas celas da 12 ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), que na sequência de uma manifestação exigindo - dentre vários aspectos - o pagamento de horas extraordinárias e reposição de alegados descontos nos seus salários, foram violentamente agredidos pela Força de Intervenção Rápida e, de seguida, conduzidos às celas.

O advogado da empresa G4S, Joaquim Manuel da Conceição confirmou o facto e exibiu ao “O País” o respectivo requerimento solicitando ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo a anulação do processo-crime aberto contra os grevistas.

No entanto, Joaquim da Conceição não precisou o que terá motivado a empresa a recuar da decisão de processar os seus trabalhadores. Já o Sindicato Nacional da Segurança Privada revelou ao nosso jornal que a decisão da G4S de retirar a queixa surge depois de um apelo efectuado, passada segunda-feira, pela ministra do Trabalho, num encontro envolvendo o sindicato e a direcção da empresa G4S.
Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»
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Uma semana depois:
Entretanto, os referidos trabalhadores continuam detidos, aguardando o veredicto do tribunal. tudo indica que os mesmos poderão ser soltos hoje, quarta-feira.

A empresa de segurança privada G4S pediu, formalmente, ontem, à Secção de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo a anulação do processo-crime n.o186/2011, contra os seus trabalhadores detidos na última quarta-feira por agentes da Força de Intervenção Rápida (FIR).

Trata-se de um grupo de 24 trabalhadores encarcerados nas celas da 12 ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), que na sequência de uma manifestação exigindo - dentre vários aspectos - o pagamento de horas extraordinárias e reposição de alegados descontos nos seus salários, foram violentamente agredidos pela Força de Intervenção Rápida e, de seguida, conduzidos às celas.

O advogado da empresa G4S, Joaquim Manuel da Conceição confirmou o facto e exibiu ao “O País” o respectivo requerimento solicitando ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo a anulação do processo-crime aberto contra os grevistas.

No entanto, Joaquim da Conceição não precisou o que terá motivado a empresa a recuar da decisão de processar os seus trabalhadores. Já o Sindicato Nacional da Segurança Privada revelou ao nosso jornal que a decisão da G4S de retirar a queixa surge depois de um apelo efectuado, passada segunda-feira, pela ministra do Trabalho, num encontro envolvendo o sindicato e a direcção da empresa G4S.

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