Quarta, 23 Maio 2012 English Chinese (Simplified) Finnish French German Italian Portuguese Russian Spanish Login

Legislação Moçambicana & Documentos

Pesquisar neste portal

Login

 
• Esqueceu Password - Nome de utilizadorCriar nova conta

sales@euroasiatrucks.com

Japanese Car Exporter

Home Noticias Actualidade Nacional Guarda prisionais: Projecta-se criação de escola superior

Guarda prisionais: Projecta-se criação de escola superior

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

 

UMA escola de formação de quadros ligados à área dos serviços prisionais será criada brevemente no país, no quadro das reformas em curso no Ministério da Justiça. O projecto conta com o apoio técnico de Cuba e destina-se a formar quadros de nível básico, médio e superior para trabalhar nos mais de 100 estabelecimentos prisionais existentes.



A informação foi revelada há dias pela Ministra da Justiça, Benvinda Levi, quando recentemente visitou aquele país, onde rubricou acordos de apoio ao sector que dirige. Ela sublinhou que dentro de dias chega ao nosso país uma equipa de técnicos cubanos que vão iniciar com a implementação do acordo, ministrando cursos de formação de formadores moçambicanos que estarão à frente do processo de instrução na escola.

Actualmente, a formação de agentes correccionais é feita simultaneamente com os cursos dos agente da Polícia da República de Moçambique o que, no entender de Benvinda Levi, nem sempre chega a ser o desejável porque não existe uma formação específica para o pessoal da área de segurança prisional.

Deste modo, com a abertura da escola dos serviços prisionais serão treinados quadros da área que se espera que venham a dar o seu contributo na melhoria da qualidade dos serviços.

Neste sentido, uma comissão instaladora da escola já está a trabalhar na elaboração do currículo e criação de condições logísticas para que no próximo ano a instituição comece a funcionar.

Assistência às vítimas é outra área que Moçambique apreciou dos cubanos e que pretende implementar. Assim, ao que explicou a ministra, ao contrário do nosso país, Cuba acompanha as vítimas que por decisão judicial têm direito a receber qualquer compensação pelos danos causados.
“No nosso país as vítimas é que acompanham e envolvem-se directamente no processo até que a sentença seja executada e isso às vezes leva tempo. O que pretendemos é adoptar o modelo cubano, onde um instituto apropriado é que se encarrega de assegurar que o condenado pague o que por sentença foi determinado à sua vítima. A ser assim, a vítima já não precisa de andar com a sentença na mão a exigir a sua execução” – explicou Benvida Levi.

 

Fonte: Jornal Noticias.

Comentar

NOTA SOBRE COMENTÁRIOS:
- Os comentários publicados no “site” são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores.
- Ao comentar declara que todos os conteúdos por si enviados não infringem direito de terceiros e assume ser o único e exclusivo responsável por eventual prejuízo causado a terceiros.
- O conteúdos dos comentários não exprimem de forma alguma a opinião do Zambézia Online e muito menos a manutenção de tais conteúdos no “site” poderá ser considerada como uma concordância do Zambézia Online com relação a tais conteúdos.


Código de segurança
Actualizar

Economia & Negócios

Recursos moçambicanos atraem empresas britânicas
“A interacção com empresários brit...
EUA lideram investimento estrangeiro em Moçambique
África do Sul, Maurícias e Portugal ...

Actualidade Nacional

Código de ética veda conflito de interesses
A Asembleia da República aprovou ontem...
“Giovanna” dissipa-se mas alerta mantém-se
O Ciclone “Giovanna”, que se encont...

Desporto

Mart Nooij afastado dos "Mambas"
  O TÉCNICO holandês Mart Nooij foi ...

Africa

UA reconhece CNT como Governo líbio
  A UNIÃO Africana (UA) reconheceu on...