Actualizado em Segunda, 17 Janeiro 2011 06:30 Escrito por Jornal Noticias Segunda, 17 Janeiro 2011 05:59
As novas infra-estruturas escolares serão construídas com base num novo modelo adoptado pelo Ministério da Educação, o qual, preconiza a aquisição de estruturas metálicas, cujos pilares serão fixados no solo e caber às empresas nacionais os trabalhos relativos às paredes, janelas e portas.
Este tipo de construções que está a ser usado nos países da Sub-região da Africa Austral diz-se ter mais longevidade, ultrapassando os cinquenta anos de vida e observa padrões técnicos muito fiáveis. O director Provincial da Educação e Cultura na Zambézia, José Luís Pereira, disse há dias à nossa Reportagem que além das salas de aula serão igualmente construídas novas escolas secundárias de raiz Quelimane, Milange, Gilé e Namarroi com vista a garantir maior acesso à educação às crianças em infra-estruturas de qualidade.
Uma parte das obras a serem realizadas na Zambézia faz parte do plano económico e social do ano 2010 que por várias razões, incluindo financeiras, não foi executada. Segundo o nosso entrevistado, as empreitadas que se vão encarregar das obras foram apuradas após um concurso público, esperando-se que dentro de poucos dias arranquem os trabalhos de construção.
Dados em nosso poder indicam que neste momento a Província da Zambézia conta com 2586 infra-estruturas escolares, número que este ano vai subir para 2782 unidades. Apesar das novas construções, a demanda em termos de efectivos escolares continua ainda alto, o que implica maior volume de investimento para o sector nos próximos anos.
A se concretizar este desafio de construção das salas de aulas e novas escolas secundárias de raiz, a maior parte dos distritos da Zambézia terá novas infra-estruturas da educação. No total serão dezasseis distritos que terão novas salas de aula ou escolas, sendo de destacar os distritos de Gilé, Alto Molócuè, Gurúè, Namarrói, Milange, Ile, Lugela, Mocuba, Inhassunge, Chinde, Mopeia, Morrumbala entre outros que devido ao incremento dos efectivos escolares se vê abraços com a falta de infra-estruturas adequadas.
A estas infra-estruturas juntam-se também o lar de estudantes de Inhassunge e a casa de cultura do Ile.
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