Escrito por Jornal Noticias Sexta, 14 Janeiro 2011 05:46
Entretanto, o director provincial da Saúde na Zambézia, Alberto Baptista, negou categoricamente as informações sobre a ruptura de medicamentos, mas admitiu que neste momento a província está sem capacidade de enviar medicamentos aos distritos com antecedência de um mês, o que faz com que uma e outra unidade sanitária não tenha disponíveis todos os fármacos.
O nosso entrevistado reconhece haver défice de medicamentos, mas vincou que todas as unidades sanitárias têm medicamentos mesmo que não sejam na quantidade desejável. Alberto Baptista disse ainda que em caso de uma eventual ruptura, o problema é resolvido com a redistribuição interna, ou seja, se um distrito tiver problemas recorre-se à unidade sanitária mais próxima.
No entanto, a nossa Reportagem constatou que esta situação atinge também a capital provincial da Zambézia, Quelimane. Desde semana passada que muitos doentes que vão às consultas externas regressam à casa sem medicamento, incluindo vacinas para mulheres grávidas.
Nesta situação, muitos serviços hospitalares funcionam a meio-gás. Por exemplo, algumas unidades sanitárias de Quelimane estão desde finais de Dezembro com dificuldades para fazer pensos.
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