À porta das festas: Polícia reforça-se com 1300 agentes



Escrito por Jornal Noticias
Segunda, 20 Dezembro 2010 08:31

A Polícia da República de Moçambique (PRM) reforçou fim-de-semana. Conta desde sábado com mais 1308 agentes como resultado do encerramento do 25º curso básico de formação de guardas.
Os recém-formados que vinham sendo preparados em Matalana, província do Maputo, começa a agir nos esforços da garantia de segurança e manutenção de ordem públicas nesta quadra festiva.
Para além da graduação dos pouco mais de 1300 novos polícias, o Presidente Armando Guebuza, na sua qualidade de Comandante-em-Chefe, encerrou o 11º curso de agentes correccionais, do qual resultam 351 homens que passarão a trabalhar nas cadeias de diversos pontos do país.
Dirigindo-se aos finalistas do 25º curso de guardas e do 11º de agentes correccionais, o Presidente da República observou que a graduação não é o fim do processo, mas o início de uma nobre missão que o Estado confia ao grupo de tudo fazer de modo a trazer alegrias no cumprimento zeloso da garantia da ordem e segurança publicas.
“A manutenção da lei e ordem são premissas e impõem, permanentemente, um comportamento idóneo. Não se pode falar em liberdade do cidadão sem segurança, razão pela qual o nosso polícia deve assumir sempre um padrão de valores. Saibam cumprir as ordens dos vossos superiores e estejam prontos para cumprir com a vossa missão em todo o território nacional”, recomendou.
A cerimónia de graduação de guardas e de agentes correccionais coincidiu com o patenteamento de generais da Polícia, acto que o Chefe do Estado considerou como sendo um marco histórico no crescimento da corporação.
Na mesma ocasião, foram patenteados na categoria de Comissário da Polícia no escalão de oficiais-generais, Alfiado Sitoe, Basílio Monteiro, Samuel Nhatave, José Weng Sang e Luís Magueza. Igualmente, Guebuza conferiu a patente de Primeiro Adjunto de Comissário da Polícia na categoria de oficiais-generais a nove polícias, sete para Adjunto de Comissário de Polícia no escalão de oficiais superiores e três superintendentes principais da Polícia no escalão de oficias superiores.
No caso especifico dos generais patenteados, o PR disse que o mesmo insere-se no processo mais abrangente de justificação da capacidade de liderança, razão pela qual “quanto maior for a patente, maior será o grau de exigência e responsabilidade”.
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