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Nas escolas públicas em 2011

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A Formação regular através do ensino profissional, ensino técnico-profissional e à distância poderão constituir uma das principais alternativas para enquadrar os cerca de 170 mil alunos que não terão vagas nas escolas públicas do país, no próximo ano lectivo de 2011. Segundo o Ministério da Educação (MINED), outra parte dos alunos poderá ser absorvida por instituições ligadas ao ramo técnico e industrial, como forma de dotá-los de conhecimentos e ferramentas que lhes possibilitem desenvolver uma actividade rentável.

Outros cursos e de longa duração poderão ser ministrados, isto nas áreas de agricultura, irrigação, agro-processamento, pecuária, psicultura, preservação de recursos, refrigeração, serralharia e muito mais. A formação poderá ocorrer em diferentes escolas e institutos técnico-profissionais e em centros de desenvolvimento de competências, como forma de dotar os alunos de habilidades para o auto-emprego.

O MINED aponta que cerca de 170 graduados da 7ª e 10ª classes deste ano não terão colocação para frequentarem a 8ª e 11ª classes no próximo ano. Assim, o pelouro procura junto da sociedade civil, parceiros de cooperação e instituições que implementam programas de educação não-formal, uma saída para o problema.

Desta feita, um dos processos passa por harmonizar as várias iniciativas de formação fora do Sistema Nacional de Educação para enquadrar o grupo-alvo, estratégias estas que deverão passar pelo desenvolvimento de actividades com impacto directo na vida das comunidades, contribuindo, desta forma, para o auto-emprego e, consequentemente, a redução sustentável da pobreza.

Neste projecto, segundo o MINED, é indispensável o envolvimento de empresas privadas, universidades, sindicatos, organizações não-governamentais, confissões religiosas, instituições que trabalham em prol da mulher e rapariga na implementação de programas de alfabetização e educação de adultos, na busca de soluções para os alunos que ficarão fora da escola em 2011.

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