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Fábricas de óleo fecham portas em Inhambene

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A queda  de preços da venda da copra  praticados pelas unidades fabris na província de Inhambane, determinaram o encerramento de quatro fábricas de processamento de óleo de copra este ano naquele ponto do país. Dados em nosso poder indicam que na sequencia dos baixo preços em que os compradores oferecem aos produtores, ditou escassez de matéria prima para alimentar as unidades, pós, os produtores, deixaram de  se dedicar com afinco na venda de coco e ocuparam-se de outras actividades.

As autoridades da Indústria e Comercio  em Inhambane, apontam também a  fraca produção do coco que se regista nos dias que correm naquela região, além de venda  e exportação de lanho, produto que muitas vezes sai com os turistas estrangeiros quando escalam  a costa de Inhambane.

Na sequência da paralização de quatro das onze fábricas de óleo que funcionavam a em Inhambane, cento  e cinquenta  trabalhadores que constituíam massa laboral de um total de   382, ficaram no desemprego.

Lourenço Matsinhe, do  Departamento de Indústria na Direcção Provincial de Indústria e Comércio aponta também a descapitalização das empresas face à crise internacional, como sendo outro factor que influencia no funcionamento de muitas unidades fabris em Inhambane.

As fábricas que fecharam a portas  atingidas pela crise acima descrita, funcionavam nos distritos de Homoíne, Jangamo e a cidade de Inhambane, sendo respectivamente, Cooperativa de Chitata, Isol de Cumbana, Saboeira e Óleo de Inhambane.

Neste momento estão a funcionar sete fábricas de processamento de copra para a produção de óleo e sabão, SOMOIL, Sanny Industria, Maxi Óleo, Olimax, Africa Oil, Maeva e Connut.

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