Segunda, 08 Fevereiro 2010 07:46
Os utentes do regadio do Chókwè estão melhor preparados para fazer face à seca que no nosso país afecta um total de 785 mil famílias, segundo disse ao Ministro da Agricultura, Soares Nhaca, por ocasião da cerimónia de entrega de equipamentos para capacitar a Hidráulica do Chókwè (HICEP) para prestar melhor serviço aos produtores.Sexta-feira última o Ministério da Agricultura entregou ao HICEP, no quadro de um contrato-programa assinado entre as partes, sete autocombinadas, duas retro-escavadora, uma bulldozer e uma fábrica de processamento de arroz ZX 25. O equipamento está avaliado em 60 milhões de meticais.
Falando na ocasião, Soares Nhaca indicou que as mudanças climáticas que se manifestam no nosso país pela irregularidade e escassez de chuvas são um novo e duro desafio que o Governo e o povo devem enfrentar e Chókwè, dispondo do regadio, mesmo que ainda careça de reabilitação, está melhor preparado para os novos despiques.
“Onde há possibilidade de irrigar temos que aproveitar todo o potencial disponível. Só assim poderemos alcançar as metas que estabelecemos de satisfazer plenamente as necessidades do povo em alimentos essenciais”, disse.
Ao capacitar o HICEP para a prestação de serviços aos produtores do Chókwè, o Governo pretende complementar o esforço que o sector privado tem vindo a realizar. Pretende, de igual modo, criar condições para que outros segmentos e sectores da cadeia de produção possam, de forma integrada, realizar plenamente as suas actividades produtivas.
“Não poderíamos, de forma alguma, assistir passivamente que o esforço dos produtores se perca por falta de meios de colheita por dificuldades na circulação da água nos canais e valas, nem que o arroz fique nas mãos dos produtores por falta de processamento atempado”, acrescentou.
Soares Nhaca apelou ao sector privado, às associações de produtores e a todos os demais actores da cadeia produtiva do Chókwè para que façam o devido aproveitamento do equipamento colocado à sua disposição, pois só assim a HICEP poderá prestar um serviço à altura e com a qualidade que se pretende.
Desde o ano passado foi incumbida à HICEP, para além da gestão de água, a gestão da terra e promoção do desenvolvimento no perímetro irrigado do Chókwè, de forma a assegurar a realização harmoniosa das actividades económicas de que resulte o aproveitamento integral das potencialidades ali existentes.
Para que estas funções sejam exercidas de forma integral, o Governo concebeu um contrato-programa de cinco anos que já contempla as novas atribuições e define responsabilidades. Através deste contrato-programa o Executivo assume a responsabilidade de apoiar de certa medida a capacitação da empresa pública em meios que lhe permitam cumprir com as suas responsabilidades.
Falando na ocasião, Soares Nhaca indicou que as mudanças climáticas que se manifestam no nosso país pela irregularidade e escassez de chuvas são um novo e duro desafio que o Governo e o povo devem enfrentar e Chókwè, dispondo do regadio, mesmo que ainda careça de reabilitação, está melhor preparado para os novos despiques.
“Onde há possibilidade de irrigar temos que aproveitar todo o potencial disponível. Só assim poderemos alcançar as metas que estabelecemos de satisfazer plenamente as necessidades do povo em alimentos essenciais”, disse.
Ao capacitar o HICEP para a prestação de serviços aos produtores do Chókwè, o Governo pretende complementar o esforço que o sector privado tem vindo a realizar. Pretende, de igual modo, criar condições para que outros segmentos e sectores da cadeia de produção possam, de forma integrada, realizar plenamente as suas actividades produtivas.
“Não poderíamos, de forma alguma, assistir passivamente que o esforço dos produtores se perca por falta de meios de colheita por dificuldades na circulação da água nos canais e valas, nem que o arroz fique nas mãos dos produtores por falta de processamento atempado”, acrescentou.
Soares Nhaca apelou ao sector privado, às associações de produtores e a todos os demais actores da cadeia produtiva do Chókwè para que façam o devido aproveitamento do equipamento colocado à sua disposição, pois só assim a HICEP poderá prestar um serviço à altura e com a qualidade que se pretende.
Desde o ano passado foi incumbida à HICEP, para além da gestão de água, a gestão da terra e promoção do desenvolvimento no perímetro irrigado do Chókwè, de forma a assegurar a realização harmoniosa das actividades económicas de que resulte o aproveitamento integral das potencialidades ali existentes.
Para que estas funções sejam exercidas de forma integral, o Governo concebeu um contrato-programa de cinco anos que já contempla as novas atribuições e define responsabilidades. Através deste contrato-programa o Executivo assume a responsabilidade de apoiar de certa medida a capacitação da empresa pública em meios que lhe permitam cumprir com as suas responsabilidades.





