Quinta, 04 Fevereiro 2010 07:12
O Administrador do Banco de Moçambique (BM), António Pinto de Abreu, disse recentemente em Maputo que a sua instituição defende a redução dos custos dos serviços prestados pelas instituições financeiras nacionais como forma de estimular o maior acesso a esses serviços por parte da população de baixo rendimento.António de Abreu, que falava a jornalistas na qualidade de porta-voz do XXXIV Conselho Consultivo do BM, afirmou igualmente que a sua instituição identificou, no âmbito da bancarização da economia e da expansão do acesso popular aos serviços financeiros, alguns serviços que não deveriam ser cobrados pelos bancos.
O administrador do Banco Central não especificou o tipo de serviços financeiros que estão livres de encargos, mas em resposta a uma questão de jornalistas sobre as dúvidas que ainda subsistem na implementação do Aviso Nº 5/GBM/2009, de 18 de Maio de 2009, sobre regime de comissões e outros encargos cobrados pelas instituições financeiras, teceu o seguinte: “o que lhes posso dizer é que os avisos do Banco de Moçambique são de cumprimento obrigatório. Como BM temos o Departamento de Supervisão Bancária, que faz inspecções às instituições de crédito. Mas também criámos um Gabinete de Planeamento Estratégico, Comunicação e Imagem Institucional onde os cidadãos e os agentes económicos podem, julgando esgotadas as possibilidades de verem satisfeitas as suas reclamações junto aos bancos, recorrer para colocar as mesmas revindicações”.
Relativamente ao XXXIV Conselho Consultivo do BM, António Pinto de Abreu, disse que o encontro debruçou-se nos primeiros dois dias sobre questões internas do Banco, entre as quais o Balanço das Recomendações do XXXIII Conselho Consultivo; Ponto de Situação do Plano Estratégico do Banco para o Triénio 2008-2010; Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos; entre outros.
O último dia do consultivo do Banco de Moçambique debruçou-se sobre o Ponto de Situação da Bancarização da Economia e Extensão dos Serviços Financeiros às Zonas Rurais e o Papel das Infra-estruturas na Promoção do Desenvolvimento Económico e na Implantação do Sector e Serviços Financeiros.
O administrador do Banco Central não especificou o tipo de serviços financeiros que estão livres de encargos, mas em resposta a uma questão de jornalistas sobre as dúvidas que ainda subsistem na implementação do Aviso Nº 5/GBM/2009, de 18 de Maio de 2009, sobre regime de comissões e outros encargos cobrados pelas instituições financeiras, teceu o seguinte: “o que lhes posso dizer é que os avisos do Banco de Moçambique são de cumprimento obrigatório. Como BM temos o Departamento de Supervisão Bancária, que faz inspecções às instituições de crédito. Mas também criámos um Gabinete de Planeamento Estratégico, Comunicação e Imagem Institucional onde os cidadãos e os agentes económicos podem, julgando esgotadas as possibilidades de verem satisfeitas as suas reclamações junto aos bancos, recorrer para colocar as mesmas revindicações”.
Relativamente ao XXXIV Conselho Consultivo do BM, António Pinto de Abreu, disse que o encontro debruçou-se nos primeiros dois dias sobre questões internas do Banco, entre as quais o Balanço das Recomendações do XXXIII Conselho Consultivo; Ponto de Situação do Plano Estratégico do Banco para o Triénio 2008-2010; Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos; entre outros.
O último dia do consultivo do Banco de Moçambique debruçou-se sobre o Ponto de Situação da Bancarização da Economia e Extensão dos Serviços Financeiros às Zonas Rurais e o Papel das Infra-estruturas na Promoção do Desenvolvimento Económico e na Implantação do Sector e Serviços Financeiros.





